08 março 2010

Resurge das cinzas...


Venho vos pedir desculpa pela minha total ausência. Eu andei passando uma crise existencial. Não daquelas do tipo, quem sou eu? Da onde eu vim? Para onde eu vou? A minha pelo menos ao meu ver é mais complexa, sim, é algo do coração. Sabe quando você se apaixona e sabe que se você não tomar cuidado tudo vai se tornar um grande problema, um problema daqueles que levaram mais quatro anos para se resolver.
O meu "eu lírico" se apaixonou perdidamente, claro. Mas eu fico pensando e buscando benefícios por isso e também malefícios, eu sei que ele é uma boa pessoa, porém enxergo algumas atitudes como 8 e 80, sabe ser radical demais? Não vejo isto como um defeito.
O engraçado dessa historia toda é que eu me sinto renovada, sim, parece que uma parte da "Lizzie" que eu mesma não conhecia apareceu, parece que depois que eu o conheci ao mesmo tempo eu comecei a refletir sobre varias coisas das quais eu sempre deixava para depois, das quais eu sempre fazia questão de dizer para mim mesma: "Não, não importa." E quando eu vi, sim importava.
Eu sei que eu tenho um certo trauma com o "amor", por nunca alguma das pessoas que eu fiquei realmente serem as que eu queria (olha as partes da Lizzie que as pessoas não conhecem). Um dia desses eu andei comentando com um dos meus amigos que eu deveria poder formatar minha vida, tudo. Para fazer tudo diferente, aliais para nunca ter indo em certos lugares para ter conhecido certas pessoas e por fim das contas nunca ter deixado minha mãe me matriculas na escola que eu estudo, parte dessa escolha me trouxe os piores traumas que eu tenho.
Por passar por um problema x que eu não posso citar aqui (quem quiser saber me procure, vocês sabem muito bem como me encontrar ;D) eu percebi quem queria me ajudar, quem queria me ferrar, quem eram meus verdadeiros amigos. Apesar de até hoje eu esconder esse problema de alguns amigos porque tenho recaídas feias, eu simplesmente olho isto como uma parte boa de mim (sim é uma parte boa, sim quando eu tenho recaídas o que raramente acontece eu sempre paro para refletir e penso "Lizzie, pare com isto, é o que você quer para você?).
As vezes eu me pego a observar algumas fitas vermelhas e roxas que tenho em casa, que me lembram muito bem deste problema, é meus fieis leitores, eu sei que como qualquer um o que é se olhar no espelho e pensar na seguinte frase: "Quem é esta que esta na frente do espelho? Lizzie, o que você fez com você". Você quando esta a observar seus olhos vermelhos com algumas lagrimas que escorreram porque você não pode evitar e sua garganta com um tipo de dor é complicado, não? Para mim não passava mais do que imagem do cotidiano.
Dizem que uma pessoa muda conforme o tempo passa, dizem que os valores mudam, eu não acredito nisso, eu acredito que cada vez que uma pessoa fica diferente um dos "eu líricos" apareceu, alguém fez que essa pessoa descobrisse.
Eu tento entender o sentimentos das pessoas que estão em minha volta, eu tento entender o por quê de certas pessoas tomarem atitudes tão ilícitas, que magoam tantas pessoas, mesmo que indiretamente, sabe as pessoas veem que estão machucando as outras e continuam tomando certas atitudes... Por que tudo isso? Eu gostaria tanto de um dia poder expor minhas opiniões sobre o que vejo, sobre o que eu penso, mas as pessoas sempre esquecem de me perguntar. Talvez porque eu não goste de interagir no assunto "garotos", maquiagem, depilação... Mas sabe, se algum dia alguém chegar para conversar comigo sobre qualquer assunto, se eu não entender saiba com certeza que eu irei pesquisar, ou tentar ajudar da maneira que você precisar e eu puder.



Eu só quero pedir uma confirmação, pessoa (estou me referindo ao cara que eu gosto) você lê meu blog? Se sim, poderia dirigir a sua palavra comigo no msn? Eu necessito muito ter uma boa conversa com você, desculpe-me mas é a realidade, uma hora você saberia, mais cedo ou mais tarde... é melhor você ouvir de mim...


Meus caros leitores, ao saírem deixe a porta aberta para que novas pessoas conheçam o meu mundo, o meu "eu", e se quiserem comentem. E tenham uma bela noite escura de sono, se cuidem.

Lizandra A. Nogueira.

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